Lollapalooza: Primeiro dia


Pra quem ficou até a madrugada de sábado para domingo na frente da tv acompanhando o Lolla, já sabe como foram os shows (e quem, como eu, esperou para ver o Muse, quebrou a cara: eles não permitiram a transmissão do show devido a problemas nas cordas vocais do vocalista Matthew Bellamy; deu até uma tristeza quando anunciaram). 


O Muse fez uma homenagem ao Nirvana; eles tocaram Lithium por conta da data: hoje faz 20 anos que Kurt Cobain foi encontrado morto. Perto do fim do show, Matthew quebrou sua guitarra no piano, e depois de um intervalo, a banda voltou ao palco com a música "Uprising" e o baterista Dominic Howard segurava uma bandeira do Brasil. 


Julian Casablancas apresentou seu projeto paralelo com o The Voidz. A área em frente ao palco começou lotada, com fãs disputando espaço para ver Julian de perto. Ao longo do show, ficava mais fácil se aproximar do músico. Principalmente depois que ele tocou "Take it or leave it", uma das duas dos Strokes, parte do público foi saindo. A outra da banda mais conhecida foi "Ize of the world". Duas faixas que apareceram recentemente, "Reptilia" e "Instant crush", parceria com Daft Punk, não rolaram em SP. No meio do show, com as músicas mais pesadas do Voidz, há impressão de um "hipster metal".


Imagine Dragons e Lorde ajudaram a levar uma plateia bem nova ao festival. O show do Phoenix teve bons momentos “pistinha de dança”, com o público fechando os olhos em passagens instrumentais, agitando os braços e erguendo bastões coloridos distribuídos por um patrocinador. Mas os aplausos mais intensos não vieram exatamente por causa do som indie pop do grupo, e sim quando o vocalista, Thomas Mars, fez um tour no meio da plateia no final da apresentação.


Nada de luz clara. Gelo seco no palco. Poucos sorrisos nos rostos dos músicos. Pouca comunicação com o público. Esse foi o ambiente para o show do Nine Inch Nails. Cenário muito adequado, aliás, para um dos grupos mais bem-sucedidos que nasceram a partir da cena gótico-eletrônica dos anos 1980. Mesmo destoando da maior parte da programação deste sábado, a "boate gótica" de Trent Reznor funcionou.


Atrações como o cantor capixaba Silva e a banda paulistana Vespas Mandarinas tocaram para um público que ainda chegava ao Autódromo, mas bastante empolgado.

Fonte:
http://g1.globo.com/musica/lollapalooza/2014/cobertura/
http://g1.globo.com/musica/lollapalooza/2014/noticia/2014/04/g1-faz-balanco-do-1-dia-de-lolla-muse-fez-cover-de-nirvana.html

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