Equipes com mulheres obtém melhores resultados, segundo pesquisa


(Há!) Ainda que elas tenham que lidar com injustiças como salários menores, embora realizando as mesmas funções que colegas de trabalho do sexo masculino, e também constituir o menor grupo na liderança das grandes empresas, as equipes que tenham em seus integrantes um maior número de mulheres tem desenvolvido resultados melhores, conforme aponta pesquisas realizadas do MIT e Carnegie Mellow. Foi observado o desempenho de aproximadamente 200 grupos com 3 a 5 funcionários trabalhando em uma série de tarefas, dentre elas, tomar decisões morais coletivamente, promover negócios em situações com limitações e a resolução de um problema complexo, até que se pôde somar recursos para se chegar a tal conclusão.

Nas equipes constituídas por um maior número de mulheres, o resultado era mais elevado (inclusive mais do que em grupos de pessoas com QI mais alto). Segundo o artigo disponibilizado na revista Science, os grupos que se saíam melhor obtiveram boa pontuação em critérios como sensibilidade social e capacidade de discussão mais desenvolvida, ou seja, as equipes em que todos conseguiam firmar um bom diálogo conquistaram o título de “melhor grupo”. No quesito individual, as mulheres detiveram a taxa mais alta de sensibilidade social.
Os pesquisadores afirmam que o fator preponderante é o quanto o grupo consegue trabalhar junto. E, de certa maneira, através de características de sociabilização, as mulheres possuem capacitações melhores para lidar com tais atividades em grupo.

“O que se ouve sobre os melhores grupos? Não que os membros são todos inteligentes, mas que eles ouvem uns aos outros. Eles compartilham críticas de maneira construtiva. Eles têm mentes abertas. Eles não são autocráticos”, dizem os especialistas.  

(Essa é uma adaptação feita de um site. Porém, não salvei a url, procurei a matéria no Google, no entanto não a encontrei. Caso alguém a ache, por  favor, entre em contato para que eu forneça os devidos créditos.)

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