Parabéns, Nintendo! - Parte 2

Aqui vai a segunda parte da série sobre os consoles da Nintendo. Se você não leu a primeira parte, clique aqui.



Toploader - 1993


Era nada mais, nada menos que um Nintendinho 8-bits (lançado um tempo depois da primeira versão), ainda que tivesse o controle semelhante ao do Super Nintendo (controles, esses, que ganharam o apelido de dog bone – osso de cachorro, vide a imagem acima). Muito parecido com o Famicon AV.

Virtual Boy - 1995



Adaptado para ser usado por destros e canhotos, causador de tonturas, enjoos e dor no pescoço naqueles que jogassem por horas seguidas, foi o primeiro portátil de 32 bits e 3D da história. Mesmo com as inovações, foi um desastre nas vendas.

Nintendo 64 - 1996 (Aê! Meu querido!!!)


Lançado às pressas, contava com apenas três jogos (Super Mario 64, Wave Racer 64 e Pilot Wings 64); foi o último dos consoles que usava cartuchos de memória ROM (os concorrentes já usavam CD-ROM).

Game Boy Pocket - 1996


Como o nome já sugere, era menor que o Game Boy (em cerca de 30%), e tinha, ao invés da tela monocromática meio esverdeada do seu “ancestral”, uma tela monocromática cinza; com isso, obtinha melhor definição. Funcionava com 2 pilhas AAA.

SNES Baby - 1997


Tratava-se de uma nova versão do Super Nintendo; compacta, rodava todos os jogos da versão anterior. A diferença que pesava era o valor: o novo console saía pela quantia de US$ 99,00; uma boa saída para quem não podia pagar os US$ 250,00 do Nintendo 64.

Game Boy Light - 1997


O grande destaque era a iluminação da tela, que possibilitava jogar no escuro (uma inovação em termos de Game Boy); era um pouquinho menor que o Game Boy Pocket. Usava pilhas AA , o legal é que aceitava todos os jogos do Game Boy e do Game Boy Pocket.

Game Boy Color - 1998


Tela colorida; era uma LCD com consumo de energia reduzido, gerava até 52 cores e com capacidade de processamento duplicado. Claro que essas aplicações maravilhosas melhoraram bastante a adaptação da parte dos gráficos em relação aos jogos anteriores. Também reproduzia os demais jogos da “família” dos Game Boys.

Game Boy Advance - 2001 (Coisa linda! Só me lembra Pokémon Green. E me dá uma tristeza, porque eu também lembro que minha ROM fica travando, e faltavam só duas insígnias... Meu Haunter quase no nível 50, meu Blastoise beirando o 60, e eu consegui capturar um Pikachu na floresta de Viridian...)



Criado com o uso de duas CPUs, tela de 2.9'', resolução de 240x160 px, paleta de 32.000 cores, contou com a adição dos botões L e R, rodava com duas pilhas AA, permitia conexão com até quatro jogadores, e ainda era compatível com os demais jogos anteriores de Game Boy e Game Boy Color (ufa!).

Game Cube - 2001



Veio em detrimento do Nintendo 64. Usava um mini-DVD (para tentar barrar a pirataria); tinha entrada para quatro controles. Só não foi muito bem sucedido pois tinha um precinho salgado se comparado com o PS2, e o negócio do mini-DVD dificultava muito a pirataria (putz...).

Game Boy Advance SP - 2003


Pesava inacreditáveis 142 gramas, e sua bateria durava até 10 horas. Tinha um visual novo (em formato de concha – a tela ficava dobrada sobre os botões), e, dependentemente da versão, era possível girar a tela em 180º. Compatível com os jogos do Game Boy e do Game Boy Color.

Novamente, dentro de alguns dias volto com a terceira (e última) parte dos consoles da Nintendo. Não deixe de acompanhar!


2 comentários:

  1. Aeeeeeeeeeeeeeee! Adorei!!!
    Acredito que na próxima já vai ter o DS Lite, Wii e 3DS! *-*

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    1. Que bom que gostou!
      Eles estarão presentes sim, assim como o Game Boy Micro, o Wii Mini e mais alguns outros.

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