Mary Shelley


Tenho profundo interesse por História e Literatura. Com base nisso, farei posts referentes a tais temáticas por aqui, começando por uma escritora que admiro muito.


Mary Shelley nasceu em 1797, em Londres, e era filha de uma das precursoras do feminismo militante -Mary Woolstonecraft -, que morreu apenas dez dias após o nascimento da menina. Foi criada pelo pai, William Godwin, renomado filósofo de inspiração iluminista. Casou-se aos 19 anos com o poeta Percy Bysshe Shelley, após sua esposa ter se suicidado. Com uma vida repleta de desilusões, que incluem a perda prematura de três dos quatro filhos que teve com seu marido, e a morte do mesmo com apenas 30 anos, sua história já seria assunto para uma grande obra romântica. Embora muito reclusa e reticente em falar de sua vida pessoal, tornou-se conhecida como escritora - logo após publicar Frankenstein, seu primeiro e mais famoso romance, em 1818, aos 21 anos de idade. Mary Shelley morreu de um tumor cerebral, em sua cidade natal, em 1851, aos 54 anos.
Mary Shelley viveu uma vida literária. Seu pai a incentivou a aprender a escrever através da escrita de cartas, e sua ocupação favorita quando criança era escrever histórias. Seu primeiro trabalho publicado é, ou se julga ter sido, Mounseer Nongtongpaw; versos cômicos escritos para a Biblioteca Juvenil Godwin quando ela tinha dez anos e meio. No entanto, o poema é atribuído a um outro escritor na mais recente coleção autorizada de suas obras. Algumas partes de seus romances muitas vezes são interpretados como passagens mascaradas da sua vida. Ela empregava técnicas de diferentes gêneros de romances, como o romance histórico (que mistura história e ficção, como é o caso de Os Três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas), e o romance gótico (caracterizado pelo emprego de cenários medievais, como castelos, florestas ou ruínas; personagens melodramáticos, por exemplo, cavaleiros e donzelas; temas como profecias, maldições. Pode-se também afirmar como elementos de destaque o uso da chamada psicologia do terror, abordando o medo, a loucura; do imaginário sobrenatural, personificado em demônios, espectros, monstros; da discussão política, em questão das revoluções, da industrialização, da monarquia; e outras diversas vias de interpretação).

Parágrafo inicial retirado de Frankenstein Em Quadrinhos, demais trechos adaptados de Wiki.

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